domingo, 31 de julho de 2016

sábado, 30 de julho de 2016

Os dias da Linhaceira: 30 de Julho de 1975

No Verão quente de 1975 não faltaram os incêndios na freguesia, como este de 30 de Julho, relatado pelo jornal O Templário.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Ainda o fado batido

Ainda a propósito do fado batido, vale a pena ver esta caricatura de Rafael Bordalo Pinheiro, publicado no jornal satírico "O António Maria" em 1883.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Os dias da Linhaceira: 28 de Julho de 2009

A data é meramente acessória: foi neste dia que o documento (datado de 2005) foi publicado por Hugo Leitão, ensaiador do Rancho Folclórico da Linhaceira, no seu blogue Alto Ribatejo.
Importante mesmo é este estudo sobre "O fado batido, dançado e cantado", que inclui os importantes testemunhos sobre a Linhaceira que abaixo publicamos (o texto completo pode ser lido no referido blogue) e que complementamos com a fotografia que mostra precisamente o agrupamento linhaceirense a "bater o fado".


"De tudo o que foi registado desde Maio de 2002 até hoje, pelo Rancho Folclórico de Linhaceira e sobre este aspecto particular do fado, poderemos tão só relatar aquilo que relativo a este tema nos foi contado e que sobejas razões merece o registo e a sua divulgação.
O fado sempre foi uma “moda” popular em Linhaceira, nas suas vertentes tocada, cantada, batida e dançada. Contudo sempre em diferentes circunstâncias, a saber:

“Bater o fado”
O termo (FADO DE TABERNA) que se tornou um pouco usual no Concelho de Tomar para chamar este tipo de fado, não é de todo comum na aldeia de Linhaceira para descrever este “estilo”, antes sim, “bater o fado” ou “isso era para os homens” (nas tabernas ou não).
Regra geral era batido na taberna sendo que por exemplo, a Dª Maria Virgínia Brás, nos conta como os tocadores se punham em cima do “caixão” (uma arca grande ) para tocar e fugir á confusão e resto era...”um disparate”!
O Ti Manuel Diamantino, explica que era “no rescaldo das taberna é que havia brincadeira” ou então na casa do baile, se batia o fado, mas desde que já não houvesse mulher nenhuma na sala ”é que se faziam brincadêras”. O que evidencia o estilo arrojado da linguagem utilizada e “as figuras” que a que se iriam sujeitar os homens, enquanto batessem o fado.
De resto este, a par do Fandango, era muito popular nas tabernas do cruzamento das quatro estradas em Linhaceira – a Cascalheira – assim como nas tabernas e ajuntamentos da Feira do Ano em Santa Cita.

Como nos diz o Ti Zé Camilo (um dos poucos tocadores de harmónio desta altura, ainda vivo), “havia deles que parece que tinham molas nas pernas” e diz mais “...haviam fados de cantar e fados de bater...nos de bater, os homens faziam uma roda e um deles vai pró meio, quem está de fora está á espera da pancada...o que tiver ca boca aberta é o que leva e o que tiver cas pernas abertas aleija-se nas partes!”.
A mulher nunca “bateu o fado” em Linhaceira, mais depressa se vingava do marido por se perder a altas horas nesta brincadeira. Como se ouviu: ”...as mulheres nunca cantaram o fado e ralhavam cos homens por causa da bubadeira que rasgavam as calças e elas é que serziam.”
O fado era batido, ao som de uma viola (“violão”) tocadores como o Mário Alves da Portela e o Carlos Salvador, de um bandolim, o António Carvalho, uma “flaita” em junco, de gaita-de-beiços, de um harmónio ou de uma concertina, assim foram oAugusto Lopes, o Inverno da Roda ou o Zé Pêxe etc.
Do que nos foi relatado e do que ainda hoje se pode ver em Linhaceira, (por indivíduos que não estão ligados ao folclore) existem dois modos de bater o fado, em que para ambos são comuns estas disposições:
• Bate-se e canta-se o fado ao toque de um harmónio, acompanhado pelo violão.
• Forma-se sempre uma roda com os homens que se dispõem a bater o fado e que não estão numa postura rígida, se querem dançar dançam se não estão parados á espera.
• O parceiro “que recebe”:
1. Flecte os joelhos ligeiramente,
2. Coloca os calcanhares quase juntos,
3. Os braços, levanta-os, fazendo o equilíbrio no momento em que recebe a batida.
• O parceiro “que bate”
1. Fica no meio e vai andado de modo irregular ao som do fado.
2. Faz “meneios” e “ameaços” vários aos que estão de fora.
3. Bate como sabe, mas sempre certo !
4. Saber bater o fado, é um segredo que muito poucos conhecem, e há deles cá, que batendo o fado há muitos anos ainda não conseguem acertar.
5. Há que bater no “ponto” ( conceito que não se traduz pela palavra mas antes pelo modo como cada qual sente a música).
6. Pode-se bater e “insistir” em quem quiser e as vezes que entender (mas sempre no final “da frase musical”) sendo que a seguir a esta é que recua.
7. Por fim, depois de ter batido em todos os que estão na roda ou, desistindo simplesmente de o fazer, abraça-se ao parceiro e roda junto com este deixando-o no meio da roda.

De seguida há duas variantes, que na maior da vezes são jogadas em separado e noutras ao mesmo tempo, para quem as domina, confundindo ainda mais quem recebe, e consistem em bater usando as seguintes partes do nosso corpo:
De barriga (rec. Sr António Pereira, Sr Artur Gameiro, Ti Manuel Diamantino)
• Como nos disseram:”...era barriga com barriga, mas sem ofender!”
• ”...a bater sem bater...um fingir que bate”.
• Temos para nós que este é talvez o modo mais “leve” mas o mais traiçoeiro.
• A pancada é dada de modo seco, de barriga contra barriga (há quem avance o peito o que é errado) e insiste (sempre dentro do “ponto”) as vezes que entender até desequilibrar o parceiro.
• Este modo permite dentro da mesma “investida” bater em dois ou mais parceiros de seguida, usando um “passo pulado”.
Com os joelhos (rec. Ti Zé Camilo e António Inverno)
• O modo mais agressivo.
• O que bate usa a face “de dentro” da coxa para atacar a face de fora da coxa do parceiro.
• Neste gesto bate o pé contrário no chão, marcando bem o movimento, quase que assustando ou desviando a atenção do parceiro sobre o lado de onde vem a pancada.
• Há quem use o joelho, por não saber, acabando como é natural por se aleijar ou aleijar alguém.
Ambas a formas têm como fim último, desequilibrar ou jogar ao chão o que recebe.

3. O fado cantado ao desafio ou em quadras soltas
Como se ouviu: “...as quadras do fado era tudo asneiras e eram cantadas por homens pegando no ponto...”Quando no meio dos homens este é cantado ao som de qualquer dos instrumentos referidos acima e não era para todos, dado que é preciso muita imaginação e prática para “pegar na deixa”, isto é começar com a mesma frase ou noutros casos na mesma palavra que “deixou” o cantador anterior.
Versavam principalmente sobre os defeitos pessoais de um e de outro, e se tivéssemos que apresentar excertos deste cancioneiro específico, notaríamos como é peculiar, aqui e nesta região, a comparação das qualidades/defeitos dos homens com as dos animais.
O fado cantado em quadras soltas era comum tanto na taberna como nos bailes das Casas de Fora (a maior divisão das casa de então) ,ou na parte de fora quando já não se cabia nesta, em barracões da terra como o Flecheiro, nas eiras (do Sapateiro) e por fim nos quartéis do Rancho nas Quintas ao redor para onde iam trabalhar de segunda a sábado.

4. O fado Bailhado
Graças à natural tendência do povo para tudo bailar, e para aplicar á dança qualquer melodia que lhe caia no agrado, como atrás nos disse José Alberto Sardinha, entre todas as modas do repertório do tocador do baile pois também se bailava o fado quando este era tocado. Quanto á dança, bem, como nos dizem a maior parte das vezes, “era como ás outras, era agarrados !”
Do cancioneiro recolhido em Linhaceira ficam-nos na memória quadras “brejeiras” que estão sempre disfarçadas de cenas da vida do dia a dia. Aqui ficam umas.
Ó menina guarde o melro
Que vai á minha horta
A depenicar-me os tomates
Á procura da minhoca

Todo o homem que casar
Deve ter o pau ao canto
P´ra benzêr a mulher
Quando lhe der o Cobranto

Sempre fui mui atilado
Nunca fui interessêro
Da menina quero-la toda
Do sê pai quero o dinheiro

Não te lembras ó menina
Daquela noite no V´rão
Tu a contares ´strelas
Eu as pedras do chão

É assim e muito mais...

Uma nota para darmos conta do que dizia a mulher sobre isto: “...o fado? Era o da taberna, que os homens batiam nas tabernas com umas concertinas sem jeito nenhum e depois ás tantas vinha o tocador, (não interessa agora) pos Fangueiros acima sempre tocado pela mesma, ai agora sempre a tocar a mesma! ...nós também cantávamos, mas era nas mondas.”
Tentámos dentro do possível, descrever aquilo que também a nós nos contaram. Somos da opinião que todos os que puderem não deviam perder a oportunidade de “bater o fado”, pois é na verdade um “jogo” divertido, salutar e enérgico, além de que perpetua uma tradição que muitos julgam perdida."

Hugo Leitão

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Os dias da Linhaceira: 27 de Julho de 1995

Faz hoje 21 anos uma das maiores manifestações públicas realizadas pelo povo da Linhaceira e arredores. A 27 de Julho de 1995, protestando contra a constante falta de água nas torneiras, os moradores saíram à rua e cortaram a Estrada Nacional.
O assunto já foi abordado neste blogue por duas vezes: aqui e aqui. Mas é possível ainda encontrar documentos novos sobre o assunto, como esta foto captada por Filipe Lopes (então jornalista ao serviço de O Templário), e que nunca chegou a ser publicada.




terça-feira, 26 de julho de 2016

Os dias da freguesia: 28 de Julho de 1976

Data de 28 de Julho de 1976 um dos muitos relatos de atentados ambientais no rio Nabão, com descargas poluentes.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Os dias da Linhaceira: 25 de Julho de 2005

À excepção do primeiro, a 4 de Setembro de 2004, o segundo Festival de Folclore da Linhaceira, realizado já naquela que se tornaria a sua época habitual, foi o mais tardio, decorrendo a 25 de Julho de 2005.
É este o vídeo desse dia.



domingo, 24 de julho de 2016

Os dias da freguesia: 24 de Julho de 1976

A festa em honra de Nossa Senhora da Purificação, na Asseiceira, decorreu em 1976 nos dias 24, 25 e 31 de Julho e 1 de Agosto. Paco Bandeira foi a atracção especial.


sábado, 23 de julho de 2016

Os dias da Linhaceira: 22 de Julho de 1435

Foi no dia 22 de Julho de 1435 que o rei D. Duarte, na sequência dos seus antecessores, assinou a garantia de os moradores no termo de Asseiceira não terem que fornecer armas para a guerra.
No ano seguinte, o mesmo soberano assina nova carta libertando os lavradores do concelho de serem obrigados a pagar o tributo (jugada) de pão, vinho e linho.
Esta última referência tem uma particular importância toponímica para a Linhaceira, ao ser uma garantia do cultivo local da planta que poderá estar na origem deste nome (que surge pela primeira vez, em documentos que conheçamos, no ano de 1530).

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Os dias da Linhaceira: 13 a 15 de Julho de 1974

No mesmo fim-de-semana em que a Linhaceira se debateu com um violento incêndio, houve também festa em honra de Nossa Senhora do Conforto dos Aflitos, a 13, 14 e 15 de Julho de 1974.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Os dias da Linhaceira: 14 de Julho de 1974

O dia 14 de Julho de 1974 ficou marcado por um incêndio junto à Linhaceira, classificado na notícia do jornal O Templário como "violento" e "ateado por mãos criminosas".

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Os dias da freguesia: 20 de Julho de 1975

No dia 20 de Julho de 1975 houve garraiada cujos lucros reverteram a favor da capela dos Pastorinhos. Registe-se como, na época, os jornais (neste caso O Templário) ainda localizavam a notícia na Cerejeira.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Os dias da Linhaceira: 18 de Julho de 1949

Muitas vezes, o trabalho que se faz neste blogue é um pouco de arqueologia. Vamos limpando o pó da memória, juntando factos e datas que encaixam uns nos outros, procurando nas fotografias elementos que ajudam a datá-las.
É assim que a Festa de 1949 em honra de Nossa Senhora do Conforto dos Aflitos se tornou numa daquelas que hoje podemos conhecer melhor. Sabemos que decorreu nos dias 17 e 18 de Julho e temos (coisa rara) várias fotografias da procissão. Além desta que publicamos, podem ver as restantes aqui, bem como ajudar a responder às questões que então colocámos.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Os dias da Linhaceira: 16 de Julho de 1912

Não foi só em 1913 que começaram as movimentações para criar uma escola na Linhaceira. Já em 1912, a Comissão da Junta da Paróquia dava conta de que existia na aldeia uma casa com condições para acolher a sala de aula e a residência do professor.



domingo, 17 de julho de 2016

Os dias da Linhaceira: 17 de Julho de 2010

A 7ª edição do Festival de Folclore da Linhaceira decorreu faz hoje seis anos. Também neste caso podemos ver o respectivo vídeo:

sábado, 16 de julho de 2016

Os dias da Linhaceira: 16 de Julho de 2011

Foi em 2011 que o Festival de Folclore da Linhaceira, então na sua 8ª edição, decorreu mais cedo, precisamente a 16 de Julho, tal como acontece este ano.
O vídeo do Festival, que aqui reproduzimos, foi publicado pelo Rancho Folclórico de Linhaceira.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Inventário fotográfico da Linhaceira, 15 - Rancho Sempre Fixe

Na véspera de mais um Festival de Folclore da Linhaceira, nada como recuperar a memória do passado em que a aldeia chegou a ter dois ranchos em simultâneo: o do Amor e o Sempre Fixe.
É deste último a fotografia que publicamos, captada em Tomar, e gentilmente cedida pela Tânia Franco, que foi à procura às gavetas dos avós.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Os dias da Linhaceira: 11 de Julho de 1976

Há exactamente 40 anos, também houve campeões de futebol por estes lados. Foi só uma série de um torneio popular, organizado pelo Grupo Desportivo da Matrena, mas não deixa de ser algo a registar, socorrendo-nos do recorte do jornal O Templário.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Os dias do concelho: 13 de Julho de 1190

Foi há 826 anos que ocorreu o cerco dos mouros, comandados pelo califa Iacube Almançor, ao castelo de Tomar. Trinta anos depois da fundação daquela fortaleza, foi o seu próprio fundador, Gualdim Pais, quem comandou os Templários que, apesar de serem em muito menor número, conseguiram aguentar o cerco de seis dias e rechaçar os invasores quando por fim conseguiram entrar no castelo.
O episódio foi decisivo para a reconquista do território nacional e abriu caminho para a criação do termo de Asseiceira e dos lugares que o compuseram, nomeadamente a Linhaceira.
E foi precisamente um linhaceirense que captou as imagens da recriação do cerco que este ano decorreram no seu local exacto, junto às muralhas e à Porta do Sangue, durante a Festa Templária.




terça-feira, 12 de julho de 2016

A Linhaceira na capa da vitória no Europeu

Poderia ser uma mera coincidência, mas não deixa de ser significativo que um grande projecto da área da restauração, com raízes linhaceirenses, o Mosteiro do Leitão, preencha o cabeçalho do jornal diário de maior tiragem em Portugal no dia histórico da conquista do Europeu de Futebol.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Os dias da Linhaceira - 10 de Julho de 2016

No dia 10 de Julho de 2016 Portugal foi um único local, espalhado pelos quatro cantos do mundo. A Linhaceira não foi excepção e estas duas fotografias da Daniela Homem, captadas no Café da Lena ficarão para a História como o dia em que ganhámos contra todas as adversidades e vingámos todo o passado. Viva Portugal!




domingo, 10 de julho de 2016

Os dias da Linhaceira: Julho de 1981

Um anúncio aos serviços prestados pela Casa do Povo de Asseiceira, publicado pelo jornal O Nabão em Julho de 1981. Um desses serviços era então as consultas médicas, antes da criação da extensão de saúde.



sábado, 9 de julho de 2016

Os dias da freguesia: Julho de 1961

Há 55 anos, queixavam-se os moradores da freguesia de que a Asseiceira não tinha uma sede condigna para a Junta de Freguesia, cujas reuniões se realizavam... na sacristia da igreja matriz, conforme nos relata o jornal O Nabão.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Os dias da freguesia: Julho de 1975

Do jornal O Templário, de 4 de Julho de 1975, esta notícia que dava conta das negociações com a Câmara da Barquinha para melhorar o acesso da Roda a Tancos.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

A Linhaceira e a freguesia na Festa Templária

Estas ainda estão frescas. E qualquer dos espaços é muito recomendável para vir petiscar ou beber qualquer coisa esta noite e nas próximas.




Os dias da freguesia: Julho de 1975

Depois de revelarmos a da Linhaceira, aqui fica a constituição da Comissão de Moradores eleita pelo povo de Santa Cita em 1975.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Os dias da Linhaceira: Julho de 1975

Na sequência da reunião havida em 29 de Junho de 1975, foi eleita a Comissão de Moradores da Linhaceira, que O Templário noticiou dias depois. Há pelo menos um lapso que identificamos na notícia: o segundo da lista é Miguel Garcia [e não Correia] Lopes.

terça-feira, 5 de julho de 2016

Os dias da Linhaceira: 2 de Julho de 1982

Possivelmente também de 1982, depois da foto da saída da procissão, esta imagem dos bastidores da Festa, cedida pelo Paulo Lopes (que também já nos fizera chegar a de uma corrida de atletismo em 1983, que podemos ver aqui).

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Da rotina ritual à recriação histórica

Durante muitos anos, a realização da procissão em honra de Nossa Senhora do Conforto dos Aflitos foi um ritual que tinha para os fiéis a importância decisiva dos grandes acontecimentos religiosos e para os restantes era um momento em que se cumpria a tradição. Uns e outros sempre com respeito e uma devoção que ia para além da mera devoção religiosa.
Porém, a festa de 2016 ficou marcada por algo de especial, que esta fotografia do Dinis Lopes traduz muito bem. Ao fazer o transporte de andores aos ombros de elementos do Rancho Folclórico, evocou-se de alguma forma a História local, ainda mais neste caso com o andor de S. Sebastião.
É que, como se pode comprovar também pelo pormenor do respectivo cartaz, a primeira festa religiosa que se realizou na Linhaceira após a inauguração da capela em 1928 foi precisamente em honra de S. Sebastião (nos dias 30 de Setembro e 1 de Outubro também desse ano), e ainda com outra significativa coincidência: essa festa e a da inauguração da capela contaram, tal como ontem, com a presença da Banda Filarmónica do Outeiro Grande (Torres Novas).

 
 

domingo, 3 de julho de 2016

sábado, 2 de julho de 2016

Os dias da Linhaceira, 2 de Julho de 1982

Em 1982 a festa em honra de Nossa Senhora do Conforto dos Aflitos decorreu de 2 a 4 de Julho e temos uma fotografia da procissão, com a capela ainda em construção e um parque automóvel que hoje faria furor. A foto foi originalmente partilhada pela Ani Teles.



sexta-feira, 1 de julho de 2016

Os dias da Linhaceira, 1 de Julho de 2012

Há quatro anos, a festa em honra de Nossa Senhora do Conforto dos Aflitos calhou por estes dias. O Celestino Rodrigues captou um amplo conjunto de imagens da procisssão, que pode ser visto no seu facebook, e de que aqui destacamos algumas.